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Somos muito gratos a todos os nossos colunistas, que de forma voluntária contribuem para que o debate sobre urbanismo no Brasil avance cada vez mais! Entre eles, temos professores, pesquisadores, arquitetos, economistas e instituições que são referência no país — como o FGV Cidades, o mais novo colunista do Caos Planejado. A partir de textos leves e diretos, eles compartilharam suas reflexões e análises sobre as suas cidades e situações do cotidiano. Confira na lista a seguir quais foram as colunas mais acessadas de cada autor!
FGV Cidades
Das evidências à transformação: construindo cidades para as pessoas
“As transformações urbanas que acontecem de forma difusa, em ações locais, ao serem visualmente unidas em uma única base, ajudam a redesenhar a experiência de planejar uma cidade.”
A estética da favela: como a arte transforma territórios e narrativas
“Em territórios historicamente negligenciados, a arte nasce como um instrumento de resistência e reinvenção. Cada mural, cada traço de grafite ou pintura de fachada colore o ambiente, carrega histórias, sentimentos e sonhos dos moradores que o habitam.”
Tipos de atividades e qualidade do espaço público | Parte 2
“Mas e se o espaço público for bonito, confortável, interessante, acessível? Pode ser que, mesmo na correria do cotidiano, tenhamos um tempo para nos demorar lá mais do que o necessário.”
Mapeamento mostra que mais de 180 ruas abertas transformam cidades brasileiras em espaços de lazer
“Uma vez por semana, geralmente aos domingos e feriados, ruas que normalmente pertencem aos carros se transformam em espaços de lazer e convivência para as pessoas, por meio de diferentes programas de ruas abertas.”
Como o planejamento urbano ajuda a ampliar o acesso à habitação em cidades turísticas e litorâneas?
“Os casos de Natal e João Pessoa evidenciam a relevância de acompanhar de perto as dinâmicas do mercado imobiliário como subsídio para compreender a efetividade de políticas de planejamento urbano.”
Quando a cidade adoece: a forma urbana como parte da cura
“Indicadores de habitabilidade, mobilidade, conforto climático e acesso a áreas verdes não são apenas números, são formas de devolver às cidades sua capacidade de cuidar de quem nelas habita.”
Centro de Estudos das Cidades – Laboratório Arq.Futuro do Insper
Ativismo de dados para cidades mais justas
“Esse uso estratégico de dados, no qual moradores de um território participam ativamente de todas as etapas de uma pesquisa, não apenas evidencia os problemas estruturais desses territórios como também fortalece soluções criativas e eficazes, enraizadas no conhecimento local.”
“E aí a conta fica realmente interessante, porque a quota habitacional para apartamentos enormes e de altíssimo luxo em Manhattan são incrivelmente baixas, variando entre — míseros — 24 e 30 m².”
“A prefeitura não apenas possibilitou a compra de mais altura, mas também a obtenção de maiores índices construtivos, taxas de ocupação e permeabilidade do solo por meio da outorga. Desde então, uma possível demanda reprimida – que normalmente existe – surgiu como uma oportunidade para arquitetos projetarem e desenvolvedores construírem os superprédios.”
Aeroporto Santos Dumont como um bairro ou um motivo para discutir as cidades?
“Qualquer proposta que traga mudanças estruturais e de grande porte tende a gerar desconforto em parte da sociedade, que se vê forçada a sair de seu status quo.”
Brutalismo e urbanismo: o que o filme “O Brutalista” nos ensina sobre cidades
“O filme não apenas retrata a vida de um arquiteto imigrante, mas também serve como uma metáfora para o próprio movimento brutalista, simbolizando a luta pela reconstrução, adaptação e a busca por identidade em meio a desafios.”
“De maneira geral, centros históricos e cidades antigas costumam apresentar um caráter mais labiríntico, cheios de curvas, passagens e pequenas vielas misteriosas, diferentemente do desenvolvimento urbano pautado pelo racionalismo moderno, rodoviarista, com suas muitas retas e grandes avenidas.”
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Propostas inspiradas na Times Square, tentando usar a publicidade como uma forma de revitalizar áreas centrais, estão se proliferando nas cidades brasileiras. Mas há uma interpretação equivocada do motivo do sucesso da Times Square nova-iorquina.
Ao longo dos últimos 100 anos, o espaço urbano moldou-se para os carros em detrimento das pessoas. A Teoria Geral da Caminhabilidade, de Jeff Speck, ajuda a enxergar por que caminhar é, muitas vezes, um ato de resistência — e como isso pode ser revertido.
Teresina tem quase 40 parques, mas o problema não é a quantidade. Entre mobilidade precária, manutenção insuficiente e tentativas de privatização, o desafio é transformar áreas verdes em espaços públicos vivos e acessíveis.
A Avenida Leitão da Silva é muito mais que um corredor viário em Vitória: é um espelho das escolhas urbanas que moldaram a cidade, revelando como decisões históricas de planejamento urbano podem transformar uma via em fronteira social.
A informalidade urbana costuma ser tratada como falha do planejamento, mas e se ela for resultado da forma como a cidade é regulada? Este artigo discute como a aplicação seletiva das normas urbanísticas transforma a ilegalidade em elemento estrutural do modelo urbano brasileiro.
Em Fortaleza, Ceará, estudo mostra como as praças públicas influenciam a saúde mental de pessoas idosas. Entre falhas de acessibilidade, resiliência ao desconforto térmico e experiências de afeto, esses espaços revelam seu potencial como infraestrutura de cuidado urbano.
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