PPP Morar no Centro: um divisor de águas para a política pública urbana no Brasil?
Conheça o projeto que quer introduzir habitações sociais integradas à cidade, no centro de Recife, por meio de locação social.
Confira quais foram os artigos mais acessados de 2025 no Caos Planejado!
25 de dezembro de 20252025 foi um ano que marcou a história do Caos Planejado!
Fizemos um Concurso de Artigos, uma viagem de Missão Urbanística para Curitiba com membros da Comunidade Caos Planejado, lançamos o nosso curso online “Do Planejamento ao Caos” e publicamos diversos artigos, colunas e episódios de podcast, ampliando e qualificando o debate sobre urbanismo no Brasil.
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Ao longo de 2025, publicamos artigos sobre vários assuntos e cidades. Entre os mais lidos do ano, os temas que envolvem economia urbana e mobilidade se destacaram. Confira a seguir os textos que mais fizeram sucesso por aqui!
Em 2026, esperamos contribuir ainda mais com o debate sobre urbanismo. O Caos Planejado deseja a todos boas festas!
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Quero apoiarConheça o projeto que quer introduzir habitações sociais integradas à cidade, no centro de Recife, por meio de locação social.
Nos anos 1990, diante de uma cidade em crise, o prefeito alcançou melhorias na vida urbana induzindo mudanças comportamentais nos cidadãos.
O planejamento urbano brasileiro está mais preocupado em tentar "projetar" lotes privados do que em cuidar do espaço público e da infraestrutura.
Enquanto o planejamento urbano e o orçamento municipal continuam priorizando o automóvel, os pedestres e ciclistas são prejudicados.
O espraiamento das cidades brasileiras tem gerado altos custos. Os dados revelam que estamos construindo cidades para carros, não para pessoas.
Confira a nossa conversa com a arquiteta e urbanista Renata Falzoni sobre a luta em defesa dos ciclistas nas cidades brasileiras.
Onde os eventos climáticos extremos encontram vulnerabilidades preexistentes, como reprojetar territórios que nunca foram projetados?
Enquanto continuarmos planejando cidades de forma desconectada de seus sistemas naturais, seguiremos surpreendidos por enchentes esperadas e perdas evitáveis.
A manutenção privada gera uma noção equivocada do que significa espaço público, gerando ambiguidade da propriedade.
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