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Em 2024, o Caos Planejado comemora 1 década de existência! Ampliar o debate sobre gestão urbana no Brasil, promovendo cidades mais acessíveis, humanas, diversas e dinâmicas, é o que tem nos movido nesses últimos anos.
Não teríamos chegado até aqui sem a nossa comunidade e apoiadores, então gostaríamos de deixar os nossos sinceros agradecimentos. Esse apoio é fundamental para continuarmos estimulando mudanças nas políticas urbanas brasileiras e uma nova forma de enxergar a cidade.
Ao longo desses 10 anos, publicamos conteúdos sobre os mais variados assuntos, como: mobilidade, economia urbana, acesso à moradia, urbanização de assentamentos informais, densidade populacional e muito mais! Foram vários os artigos que marcaram a nossa história.
Para comemorar o aniversário de 10 anos, fizemos uma seleção de um artigo para cada ano de existência do Caos Planejado que você não pode deixar de ler! Confira:
2014 | Cidades brasileiras: a pior verticalização do mundo
Recuos de ajardinamento, vagas de garagem obrigatórias, incentivo ao carro… O que faz a verticalização ser a pior do mundo?
Com frequência arquitetos e urbanistas acusam o impacto que cada tipo de edificações pode ter na cidade. No entanto, até o momento esse impacto não tinha sido medido, sendo apenas um “achismo” de arquitetos sonhadores.
Artigo de Renato Saboya, Júlio Celso Borello Vargas e Vinicius M. Netto
Coleção de artigos do “Guia de Gestão Urbana”, primeiro livro ligado ao trabalho do Caos Planejado. O Guia visa sugerir aos gestores públicos novos enfoques para o desenvolvimento sustentável das cidades, mudando o foco da regulação do espaço privado para a gestão do espaço público.
Artigos de Anthony Ling e Marcos Paulo Schlickmann
No imaginário popular, cortiços eram o que existia de pior como moradia nas cidades brasileiras. Como poderiam então ser melhores que as nossas favelas?
2019 | Brasília: uma cidade que não faríamos de novo
A construção de Brasília custou U$83 bilhões em valores atuais, cerca de mil arenas de Copa do Mundo, em um país com PIB mais de cem vezes menor que hoje.
2021 | Parem de construir viadutos para resolver problemas de mobilidade
No mesmo momento em que o transporte público no Brasil enfrenta sua maior crise, a construção de viadutos aparenta ser uma solução bastante convincente para os problemas de mobilidade urbana das nossas cidades.
2022 | Queremos sim a “copacabanização” das cidades
Copacabana, onde as ruas dão na praia, onde as calçadas são largas e o comércio no térreo é abundante, não deve ser demonizada mas sim servir de exemplo.
2024 | Quais deveriam ser as prioridades para o urbanismo brasileiro?
No urbanismo brasileiro em crise, as prioridades são constantemente colocadas nos lugares errados. Precisamos pensar em qual deveria ser o foco da gestão urbana nos voltando às prioridades clássicas do planejamento urbano.
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urbanismo e cidades para um público abrangente. Assim, acreditamos que todo conteúdo que
produzimos deve ser gratuito e acessível para todos.
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interesses comerciais.
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dinâmicas.
Paris está vivendo uma grande transformação na mobilidade ativa e nos espaços públicos. Porém, isso não significa que o famoso conceito da "cidade de 15 minutos" foi implementado em toda a sua essência.
Com uma ocupação urbana dispersa, priorizando carros e empurrando moradores para longe do centro, a capital planejada tem erros que custam caro para todos.
Uma equipe de pesquisadores identificou oito cidades “fora do radar” que estão liderando uma transformação local na mobilidade ativa — e uma lista de estratégias que outras comunidades podem e devem copiar.
Propostas inspiradas na Times Square, tentando usar a publicidade como uma forma de revitalizar áreas centrais, estão se proliferando nas cidades brasileiras. Mas há uma interpretação equivocada do motivo do sucesso da Times Square nova-iorquina.
Ao longo dos últimos 100 anos, o espaço urbano moldou-se para os carros em detrimento das pessoas. A Teoria Geral da Caminhabilidade, de Jeff Speck, ajuda a enxergar por que caminhar é, muitas vezes, um ato de resistência — e como isso pode ser revertido.
Teresina tem quase 40 parques, mas o problema não é a quantidade. Entre mobilidade precária, manutenção insuficiente e tentativas de privatização, o desafio é transformar áreas verdes em espaços públicos vivos e acessíveis.
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