Planejar com o transporte informal, e não à margem dele
A experiência de Bogotá, na Colômbia, oferece lições importantes sobre como o planejamento urbano deve lidar com o transporte informal.
Confira nossa conversa com Kátia Mello e Andressa Capriglione sobre o Moradia Primeiro, uma estratégia de transformação social para lidar com a população em situação de rua.
19 de novembro de 2025Para conversar sobre a abordagem de Moradia Primeiro para lidar com a população em situação de rua, recebemos Kátia Mello e Andressa Capriglione, ambas da Diagonal, uma consultoria global em gestão socioambiental.
Nascida em Recife, Kátia é copresidente da Diagonal, professora da pós-graduação no Insper e uma das autoras do Guia Prático de Urbanismo Social. Iniciou sua trajetória no setor público, atuando no governo de Pernambuco e na Prefeitura do Recife, nas áreas de planejamento, habitação e obras. Em 1990, fundou a Diagonal, movida pelo inconformismo com a descontinuidade dos projetos sociais.
Natural de Curitiba, Andressa é arquiteta e urbanista, especialista em Urbanismo Social. É gerente de contratos na Diagonal, e coordena o projeto de Moradia Primeiro realizado como Responsabilidade Social corporativa da empresa. Também foi responsável, em conjunto com Kátia, pela coordenação geral do Auxílio Reencontro, serviço de Moradia Primeiro da Prefeitura Municipal de São Paulo.

Disponível também em:
Quer participar ao vivo das gravações do podcast e fazer perguntas para os convidados? Faça parte da nossa comunidade de apoiadores.
Programa Reencontro – Prefeitura de São Paulo
Somos um projeto sem fins lucrativos com o objetivo de trazer o debate qualificado sobre urbanismo e cidades para um público abrangente. Assim, acreditamos que todo conteúdo que produzimos deve ser gratuito e acessível para todos.
Em um momento de crise para publicações que priorizam a qualidade da informação, contamos com a sua ajuda para continuar produzindo conteúdos independentes, livres de vieses políticos ou interesses comerciais.
Gosta do nosso trabalho? Seja um apoiador do Caos Planejado e nos ajude a levar este debate a um número ainda maior de pessoas e a promover cidades mais acessíveis, humanas, diversas e dinâmicas.
Quero apoiarA experiência de Bogotá, na Colômbia, oferece lições importantes sobre como o planejamento urbano deve lidar com o transporte informal.
Confira a nossa conversa com Anthony Ling sobre os assuntos que mais repercutiram no Caos Planejado no último ano.
Se a dependência do carro é resultado de uma trajetória, sua reversão não pode ser delegada à uma escolha individual por 24 horas.
Como a rua espanhola, com sua densidade, diversidade, espaços públicos e fachadas ativas, começou a desaparecer.
O cercamento é inverter não só a lógica de o que significa um espaço público, mas também a responsabilidade do gestor público em provê-los.
O princípio do código de trânsito é proteger o menor e prezar pela vida do pedestre, mas nos acidentes noticiados o foco é o comportamento de quem estava andando a pé.
O clássico nos lembra que as cidades são construídas para servir às pessoas, e não o contrário.
Confira a nossa conversa com Nabil Bonduki para discutir os principais temas do urbanismo de São Paulo atualmente.
Um estudo do Ipea e da USP mediu o congestionamento nas cidades brasileiras por uma nova perspectiva, que vai além do tempo perdido no trajeto.
COMENTÁRIOS