Balneário Camboriú, laboratório vertical
Entenda como a legislação urbana transformou um balneário em skyline.
Hoje recebemos Meli Malatesta para uma conversa sobre mobilidade a pé. Dentre os tópicos, caminhabilidade, segurança do pedestre e manutenção das calçadas.
18 de abril de 2019Hoje o tema da nossa conversa é a mobilidade a pé. Dentre os tópicos, falamos sobre a caminhabilidade das cidades brasileiras, segurança dos pedestres, falta de manutenção das calçadas e priorização do transporte motorizado.
Para isso, recebemos a especialista Meli Malatesta, autora dos livros “Pé de Igualdade” e “A Rede da Mobilidade a Pé”, e mestra e doutora em Mobilidade Urbana Ativa pela USP. Meli trabalha há 35 anos na CET, a Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo, voltada à Mobilidade Ativa, onde participa e coordena políticas e planos para pedestres e ciclistas. É idealizadora e presidente da Comissão Técnica de Mobilidade a Pé e Acessibilidade da ANTP, e escreve para o blog Pé de Igualdade no portal Mobilize.
Disponível também em Apple Podcasts, Breaker, Castbox, Google Podcasts, Pocket Cast ou RadioPublic.
Para fazer o download do episódio, clique aqui.
Artigo “Genocídio de pedestres?”
Capítulo “Criação de Espaços Compartilhados” – Guia de Gestão Urbana
Artigo “O abismo entre a realidade atual e a proposta de Meli Malatesta lança um grande desafio”
Artigo “Contra as multas a ciclistas e pedestres”
Artigo “A arquitetura importa para a cidade?”
Artigo “O que as dores nas costas me ensinaram sobre urbanismo”
Somos um projeto sem fins lucrativos com o objetivo de trazer o debate qualificado sobre urbanismo e cidades para um público abrangente. Assim, acreditamos que todo conteúdo que produzimos deve ser gratuito e acessível para todos.
Em um momento de crise para publicações que priorizam a qualidade da informação, contamos com a sua ajuda para continuar produzindo conteúdos independentes, livres de vieses políticos ou interesses comerciais.
Gosta do nosso trabalho? Seja um apoiador do Caos Planejado e nos ajude a levar este debate a um número ainda maior de pessoas e a promover cidades mais acessíveis, humanas, diversas e dinâmicas.
Quero apoiarEntenda como a legislação urbana transformou um balneário em skyline.
Propostas inspiradas na Times Square, tentando usar a publicidade como uma forma de revitalizar áreas centrais, estão se proliferando nas cidades brasileiras. Mas há uma interpretação equivocada do motivo do sucesso da Times Square nova-iorquina.
Ao longo dos últimos 100 anos, o espaço urbano moldou-se para os carros em detrimento das pessoas. A Teoria Geral da Caminhabilidade, de Jeff Speck, ajuda a enxergar por que caminhar é, muitas vezes, um ato de resistência — e como isso pode ser revertido.
Teresina tem quase 40 parques, mas o problema não é a quantidade. Entre mobilidade precária, manutenção insuficiente e tentativas de privatização, o desafio é transformar áreas verdes em espaços públicos vivos e acessíveis.
A Avenida Leitão da Silva é muito mais que um corredor viário em Vitória: é um espelho das escolhas urbanas que moldaram a cidade, revelando como decisões históricas de planejamento urbano podem transformar uma via em fronteira social.
Confira a nossa conversa com Vivian Barbour e Lucas Volpatto sobre a preservação e a gestão do patrimônio histórico nas cidades.
A informalidade urbana costuma ser tratada como falha do planejamento, mas e se ela for resultado da forma como a cidade é regulada? Este artigo discute como a aplicação seletiva das normas urbanísticas transforma a ilegalidade em elemento estrutural do modelo urbano brasileiro.
O transporte coletivo tem perdido passageiros e depende cada vez mais de subsídios. Quais são as formas de reverter essa situação?
O trânsito parece um problema de infraestrutura. E se for, em parte, um problema de incentivos?
COMENTÁRIOS