Acessibilidade como métrica de gestão da mobilidade
Reduzir os tempos de viagens de todos as pessoas, de modo a aumentar a acessibilidade potencial, principalmente a empregos, deve ser um dos principais indicadores de gestão da mobilidade urbana.
Reduzir os tempos de viagens de todos as pessoas, de modo a aumentar a acessibilidade potencial, principalmente a empregos, deve ser um dos principais indicadores de gestão da mobilidade urbana.
O espaço público é o motor do desenvolvimento urbano e social. Para garantir o bom funcionamento desses espaços, é preciso uma governança eficaz.
A pesquisa do Instituto Corrida Amiga revela que, em São Paulo, a maioria das viagens a pé estão nas regiões que concentram menos travessias seguras.
O Bryant Park, em Nova York, foi transformado de um local evitado pelas pessoas em um destino vibrante e, desde então, tornou-se o “padrão ouro” para um espaço público.
Tomando o caso de Recife como exemplo, o projeto da Praça Onze, no Rio de Janeiro, pode se revelar uma intervenção de grande valor urbano.
A arborização pode melhorar temperaturas, sensação térmica e qualidade de vida nas cidades. Uma análise com mais de 60 cidades mostra que há espaço para muito mais árvores.
O que o debate sobre transporte público e segregação revela sobre como discutimos a precificação viária.
Estádios podem se relacionar de formas muito diferentes com os seus respectivos entornos, e isso normalmente revela as prioridades do urbanismo da cidade.
Na crise climática, tem uma questão mais urgente que as emissões de carbono, a transição energética e as soluções baseadas na natureza: a moradia.