Planejar onde quase não há regulação urbana: lições da Guiné-Bissau
Como se planeja um território onde praticamente não há legislação? A resposta curta é: com todos os outros recursos que existem.
Neste episódio conversamos sobre Natal, uma das mais antigas cidades brasileiras. Com muitas belezas naturais e uma economia em declínio, hoje a capital potiguar discute a revisão de seu Plano Diretor tentando conciliar a sua vocação turística ao desenvolvimento urbano.
2 de setembro de 2020Para conversarmos sobre essas questões, recebemos os natalenses Sophia Motta e Arthur Dutra.
Sophia é arquiteta e urbanista, fez mestrado em Arquitetura e Urbanismo e especialização em Gestão de Projetos na UFRN, e hoje também é professora substituta do curso de Arquitetura e Urbanismo na UFRN. Está à frente do escritório PYPA Urbanismo & Desenvolvimento Imobiliário e é membro da diretoria do IAB-RN.
Arthur é advogado formado pela UFRN. Foi Assessor jurídico na Assembleia Legislativa do RN. Foi Vice-presidente da Comissão Especial da OAB/RN para revisão do Plano Diretor de Natal e Conselheiro do Conselho Municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente.
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Artigo: Patrimônio perverso: como Ouro Preto segrega sua cidade real
Abaixo-assinado: #SALVENATAL: por um Plano Diretor melhor para nossa cidade
Artigo: Liberdade, moradia e ousadia para recuperar o Centro de Natal
Matéria: Mais de 10% da população de Natal vive em favelas, diz IBGE
Artigo: Natal e a proteção da paisagem costeira através do planejamento urbano
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Quero apoiarComo se planeja um território onde praticamente não há legislação? A resposta curta é: com todos os outros recursos que existem.
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