PPP Morar no Centro: um divisor de águas para a política pública urbana no Brasil?
Conheça o projeto que quer introduzir habitações sociais integradas à cidade, no centro de Recife, por meio de locação social.
Favelas são frequentemente descritas como regiões anárquicas, excluídas pela livre-iniciativa do mercado imobiliário, e onde o caos é gerado pela ausência regulatória.
2 de maio de 2013Condenamos o Poder Público pela falta de ação para planejar nossas metrópoles. Favelas são frequentemente descritas como regiões anárquicas, excluídas pela livre-iniciativa do mercado imobiliário, e onde o caos é gerado pela ausência regulatória. Será este entendimento é correto? Será que a solução para este problema passa por mais regulação?
A palestra a seguir foi ministrada por Anthony Ling, arquiteto e urbanista pela UFRGS e criador do site Caos Planejado, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Nela, Anthony discute por que algumas regulações urbanas contribuíram para o surgimento das favelas no início do século passado e ainda contribuem para a exclusão social de seus moradores até hoje.
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Quero apoiarConheça o projeto que quer introduzir habitações sociais integradas à cidade, no centro de Recife, por meio de locação social.
Nos anos 1990, diante de uma cidade em crise, o prefeito alcançou melhorias na vida urbana induzindo mudanças comportamentais nos cidadãos.
O planejamento urbano brasileiro está mais preocupado em tentar "projetar" lotes privados do que em cuidar do espaço público e da infraestrutura.
Enquanto o planejamento urbano e o orçamento municipal continuam priorizando o automóvel, os pedestres e ciclistas são prejudicados.
O espraiamento das cidades brasileiras tem gerado altos custos. Os dados revelam que estamos construindo cidades para carros, não para pessoas.
Confira a nossa conversa com a arquiteta e urbanista Renata Falzoni sobre a luta em defesa dos ciclistas nas cidades brasileiras.
Onde os eventos climáticos extremos encontram vulnerabilidades preexistentes, como reprojetar territórios que nunca foram projetados?
Enquanto continuarmos planejando cidades de forma desconectada de seus sistemas naturais, seguiremos surpreendidos por enchentes esperadas e perdas evitáveis.
A manutenção privada gera uma noção equivocada do que significa espaço público, gerando ambiguidade da propriedade.
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