Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em
nosso site e personalizar o conteúdo. Saiba mais em Política de
privacidade e conduta.
Reunimos uma seleção de exposições online — disponíveis gratuitamente no Google Arts & Culture —, sobre a história do desenvolvimento de grandes cidades ao redor do mundo. Confira a nossa lista:
Rio de Janeiro
“Everything the Eye can See: Views of Rio de Janeiro and its Hills”, exposição do Museu Nacional de Belas Artes, apresenta uma amostra de criações artísticas a partir da valorização da serra carioca. São vistas panorâmicas que procuram abranger tudo o que os olhos podem ver.
“The Eiffel Tower in 1900” apresenta uma coleção de fotos e ilustrações do maior símbolo da capital francesa, com vistas fantásticas da cidade na época.
A exposição “The West Side’s story”, do Museum of the City of New York, faz um tour pela história do Upper West Side, desde seu primeiro assentamento até a construção do Lincoln Center.
“A Tour Around Mexico City” nos convida a percorrer as ruas da capital mexicana, revisitando épocas marcantes na história da cidade através das lentes do fotógrafo Gustavo Casasola.
Na primeira metade do primeiro milênio, Teotihuacan, localizada no Vale do México, era o centro cultural, político, econômico e religioso da antiga Mesoamérica. O de Young Museum, de San Francisco, apresenta “Teotihuacan: City of Water, City of Fire”, que revive o legado de seus cidadãos na arte e arquitetura, admirado e estudado por acadêmicos e visitantes de todo o mundo.
“Electric City – The Neons of Hong Kong”, do West Kowloon Cultural District, explora a relação de Hong Kong com seus marcantes letreiros em neon. Com início na década de 1920, os tubos eletrificados e cheios de gás de neon viveram seu apogeu entre os anos 50 e 80. Em 1964, um relatório do governo se gabava de que “um milhão de letreiros de neon iluminavam as ruas, proclamando suas mensagens em todas as cores. ”
O Public Record Office de Victoria, estado australiano cuja capital é Melbourne, traz a exposição “Streets of Melbourne”, que conta a história do desenvolvimento urbano da cidade de Melbourne a partir das suas ruas, com materiais que abrangem o período de 1836 a 1935.
“Ride Around Chicago: A City in Transition”, exposição do Chicago History Museum, detalha o período de crescimento e transformação vivido pela cidade nas décadas seguintes ao incêndio de 1871.
Sua ajuda é importante para nossas cidades. Seja um apoiador do Caos Planejado.
Somos um projeto sem fins lucrativos com o objetivo de trazer o debate qualificado sobre
urbanismo e cidades para um público abrangente. Assim, acreditamos que todo conteúdo que
produzimos deve ser gratuito e acessível para todos.
Em um momento de crise para publicações que priorizam a qualidade da informação, contamos com
a sua ajuda para continuar produzindo conteúdos independentes, livres de vieses políticos ou
interesses comerciais.
Gosta do nosso trabalho? Seja um apoiador do Caos Planejado e nos ajude a levar este debate a
um número ainda maior de pessoas e a promover cidades mais acessíveis, humanas, diversas e
dinâmicas.
Geralmente o turismo é o subproduto de cidades bem-sucedidas que já geram valor real para seus próprios moradores. Algumas cidades turísticas podem ter um problema de dependência desse setor, mas a quantidade de visitantes não é necessariamente ruim.
Paris está vivendo uma grande transformação na mobilidade ativa e nos espaços públicos. Porém, isso não significa que o famoso conceito da "cidade de 15 minutos" foi implementado em toda a sua essência.
Com uma ocupação urbana dispersa, priorizando carros e empurrando moradores para longe do centro, a capital planejada tem erros que custam caro para todos.
Uma equipe de pesquisadores identificou oito cidades “fora do radar” que estão liderando uma transformação local na mobilidade ativa — e uma lista de estratégias que outras comunidades podem e devem copiar.
Propostas inspiradas na Times Square, tentando usar a publicidade como uma forma de revitalizar áreas centrais, estão se proliferando nas cidades brasileiras. Mas há uma interpretação equivocada do motivo do sucesso da Times Square nova-iorquina.
Ao longo dos últimos 100 anos, o espaço urbano moldou-se para os carros em detrimento das pessoas. A Teoria Geral da Caminhabilidade, de Jeff Speck, ajuda a enxergar por que caminhar é, muitas vezes, um ato de resistência — e como isso pode ser revertido.
COMENTÁRIOS