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Ouça nossa conversa com Diego Buss de Oliveira, Coordenador de Planejamento de Operações de Transporte da EPTC, e Júlio Celso Vargas, professor do Departamento de Urbanismo da UFRGS.
Viabilidade do metrô em Porto Alegre, governança metropolitana, ampliação da área azul e dos corredores de ônibus… Para aprofundar esses e outros tópicos sobre a mobilidade urbana em Porto Alegre, recebemos os especialistas Diego Buss de Oliveira e Júlio Celso Vargas.
Diego Buss de Oliveira
Diego é Coordenador de Planejamento de Operações de Transporte da EPTC, a Empresa Pública de Transporte e Circulação de Porto Alegre. É formado em Engenharia Civil e atualmente cursa Mestrado em Planejamento Urbano Regional na UFRGS, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Júlio Celso Vargas
Júlio é professor adjunto do Departamento de Urbanismo da UFRGS, com mestrado em Planejamento Urbano e Regional e doutorado em Engenharia de Transportes pela mesma universidade. Foi pesquisador visitante em Mobilidade Urbana na Oxford Brookes University e na Universidade de Hamburgo.
Na UFRGS integra o Grupo de Pesquisa e Extensão “Saúde Urbana, Ambiente e Desigualdades” e é coordenador do PROPUR – Programa de Pós-graduação em Planejamento Urbano e Regional.
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Paris está vivendo uma grande transformação na mobilidade ativa e nos espaços públicos. Porém, isso não significa que o famoso conceito da "cidade de 15 minutos" foi implementado em toda a sua essência.
Com uma ocupação urbana dispersa, priorizando carros e empurrando moradores para longe do centro, a capital planejada tem erros que custam caro para todos.
Uma equipe de pesquisadores identificou oito cidades “fora do radar” que estão liderando uma transformação local na mobilidade ativa — e uma lista de estratégias que outras comunidades podem e devem copiar.
Propostas inspiradas na Times Square, tentando usar a publicidade como uma forma de revitalizar áreas centrais, estão se proliferando nas cidades brasileiras. Mas há uma interpretação equivocada do motivo do sucesso da Times Square nova-iorquina.
Ao longo dos últimos 100 anos, o espaço urbano moldou-se para os carros em detrimento das pessoas. A Teoria Geral da Caminhabilidade, de Jeff Speck, ajuda a enxergar por que caminhar é, muitas vezes, um ato de resistência — e como isso pode ser revertido.
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