O Minha Casa, Minha Vida precisa mudar
Para que o programa Minha Casa, Minha Vida seja realmente focado em resolver os problemas de habitação no Brasil e reduzir desigualdades, é necessário que ele passe por um redesenho.
O design e integração urbana dos novos empreendimentos são investimentos ou despesas? Haveria retorno nestes conceitos inquantificáveis? Para responder a essas perguntas, recebemos Felipe Cavalcante, com mais de 27 anos de experiência no mercado imobiliário, e Rafael Birmann, diretor da Faria Lima Properties, responsável pelo icônico edifício B32.
De Maceió, Felipe Cavalcante tem 27 anos de experiência nos mercados imobiliário e turístico, tendo realizado mais de 200 empreendimentos e obras. É fundador da ADIT Brasil, entidade da qual é atualmente o Presidente de Honra, e do COMPLAN, principal evento de desenvolvimento urbano e bairros planejados do Brasil.
Especialista na área, também é Conselheiro da Cidade Pedra Branca, projeto de referência no setor. É CEO da MATX, especializada na captação de recursos para empreendimentos imobiliários e em serviços de Advisory, coordenador do Movimento Somos Cidade e fundador da Tarimba, plataforma de cursos online de urbanismo e mercado imobiliário.
Nascido em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, Rafael Birmann trabalha no mercado imobiliário há 45 anos. É responsável pelo desenvolvimento de eixos importantes da cidade de São Paulo, como uma série de edifícios de escritórios na região da Berrini, assim como o Panamby.
É presidente do conselho da Fundação Aron Birmann, que administra o Parque Burle Marx em São Paulo, assim como da Urbanizadora Paranoazinho, envolvida na incorporação do Urbitá, um bairro planejado em Brasília que poderá abrigar mais de 100 mil pessoas.
Atualmente é diretor da Faria Lima Properties, do icônico edifício B32, e segue envolvido com gestão de prédios e de espaços urbanos, ética urbana, teatro de artistas e de marionetes e tudo mais que for interessante.

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