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Para conversar sobre densidade populacional e os custos da infraestrutura urbana, recebemos Samira Elias e Rodrigo Fantinel.
Samira Elias
Nascida em Maringá, Paraná, Samira Elias é arquiteta e urbanista, mestre em Geografia, especialista em Planejamento Urbano e Territorial e PhD em Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa. Coordenou a revisão do Plano Diretor de Maringá nos anos de 2022 e 2023 e atualmente atua como Diretora de Projetos na Secretaria de Urbanismo e Habitação da Prefeitura de Maringá.
Rodrigo Fantinel
De Porto Alegre, Rodrigo Sartori Fantinel é o Secretário da Fazenda de Porto Alegre e Presidente da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf). Graduado em Ciências Atuariais pela UFRGS, é mestre em Economia com ênfase em Controladoria. Antes de assumir a secretaria em 2021, ocupou cargos como Superintendente da Receita Municipal e Presidente do Conselho Fiscal do Previmpa (Departamento Municipal de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Porto Alegre).
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Propostas inspiradas na Times Square, tentando usar a publicidade como uma forma de revitalizar áreas centrais, estão se proliferando nas cidades brasileiras. Mas há uma interpretação equivocada do motivo do sucesso da Times Square nova-iorquina.
Ao longo dos últimos 100 anos, o espaço urbano moldou-se para os carros em detrimento das pessoas. A Teoria Geral da Caminhabilidade, de Jeff Speck, ajuda a enxergar por que caminhar é, muitas vezes, um ato de resistência — e como isso pode ser revertido.
Teresina tem quase 40 parques, mas o problema não é a quantidade. Entre mobilidade precária, manutenção insuficiente e tentativas de privatização, o desafio é transformar áreas verdes em espaços públicos vivos e acessíveis.
A Avenida Leitão da Silva é muito mais que um corredor viário em Vitória: é um espelho das escolhas urbanas que moldaram a cidade, revelando como decisões históricas de planejamento urbano podem transformar uma via em fronteira social.
A informalidade urbana costuma ser tratada como falha do planejamento, mas e se ela for resultado da forma como a cidade é regulada? Este artigo discute como a aplicação seletiva das normas urbanísticas transforma a ilegalidade em elemento estrutural do modelo urbano brasileiro.
Em Fortaleza, Ceará, estudo mostra como as praças públicas influenciam a saúde mental de pessoas idosas. Entre falhas de acessibilidade, resiliência ao desconforto térmico e experiências de afeto, esses espaços revelam seu potencial como infraestrutura de cuidado urbano.
Estou realizando o curso do Caos Planejado e tem sido uma experiência extremamente enriquecedora, trazendo novos aprendizados e uma verdadeira quebra de paradigmas sobre a forma de pensar o urbanismo contemporâneo.
Sou Engenheiro Civil e atualmente exerço a função de Chefe do Setor de Planejamento Urbano e Geoprocessamento da Prefeitura de Joaçaba (SC). Atuo há quase vinte anos no município, e nos últimos quatro tenho me dedicado com maior intensidade ao estudo de temas relacionados ao urbanismo e à urbanidade.
No momento, estou conduzindo um estudo de revisão e/ou revogação da legislação municipal que trata dos condomínios urbanísticos de lotes, um tema que considero bastante sensível, especialmente diante das pressões imobiliárias e dos possíveis prejuízos urbanísticos já apontados em diversos estudos que venho acompanhando desde 2023.
Recentemente, ouvi o Podcast #103 – “Infraestrutura urbana e o custo do espraiamento”, e o conteúdo me inspirou a buscar um diálogo com a arquiteta Samira Elias, cuja atuação em Maringá, especialmente no contexto da Lei Complementar nº 889/2011, seria de grande contribuição para nosso trabalho.
Verifiquei que ela atuou (ou atua) como Diretora de Projetos na Secretaria de Urbanismo e Habitação da Prefeitura de Maringá, mas não encontrei seu contato institucional no portal da Prefeitura.
Se for possível intermediar esse contato ou indicar a melhor forma de chegar até ela, acredito que essa conversa poderia ser extremamente produtiva para o aprimoramento das nossas práticas de planejamento urbano aqui em Joaçaba.
Agradeço desde já pela atenção e colaboração.
Atenciosamente,
Ricardo Felipe Massignani
Chefe do Setor de Planejamento Urbano e Geoprocessamento
Prefeitura de Joaçaba – SC
Olá,
Estou realizando o curso do Caos Planejado e tem sido uma experiência extremamente enriquecedora, trazendo novos aprendizados e uma verdadeira quebra de paradigmas sobre a forma de pensar o urbanismo contemporâneo.
Sou Engenheiro Civil e atualmente exerço a função de Chefe do Setor de Planejamento Urbano e Geoprocessamento da Prefeitura de Joaçaba (SC). Atuo há quase vinte anos no município, e nos últimos quatro tenho me dedicado com maior intensidade ao estudo de temas relacionados ao urbanismo e à urbanidade.
No momento, estou conduzindo um estudo de revisão e/ou revogação da legislação municipal que trata dos condomínios urbanísticos de lotes, um tema que considero bastante sensível, especialmente diante das pressões imobiliárias e dos possíveis prejuízos urbanísticos já apontados em diversos estudos que venho acompanhando desde 2023.
Recentemente, ouvi o Podcast #103 – “Infraestrutura urbana e o custo do espraiamento”, e o conteúdo me inspirou a buscar um diálogo com a arquiteta Samira Elias, cuja atuação em Maringá, especialmente no contexto da Lei Complementar nº 889/2011, seria de grande contribuição para nosso trabalho.
Verifiquei que ela atuou (ou atua) como Diretora de Projetos na Secretaria de Urbanismo e Habitação da Prefeitura de Maringá, mas não encontrei seu contato institucional no portal da Prefeitura.
Se for possível intermediar esse contato ou indicar a melhor forma de chegar até ela, acredito que essa conversa poderia ser extremamente produtiva para o aprimoramento das nossas práticas de planejamento urbano aqui em Joaçaba.
Agradeço desde já pela atenção e colaboração.
Atenciosamente,
Ricardo Felipe Massignani
Chefe do Setor de Planejamento Urbano e Geoprocessamento
Prefeitura de Joaçaba – SC