Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em
nosso site e personalizar o conteúdo. Saiba mais em Política de
privacidade e conduta.
Encerrando a nossa retrospectiva, chegou a hora de anunciar quais foram os episódios mais ouvidos do nosso podcast em 2024.
O podcast do Caos Planejado traz conversas exclusivas com especialistas em diversos assuntos relacionados à gestão urbana, alcançando uma audiência maior a cada ano. Os episódios podem ser encontrados nas principais plataformas de streaming de áudio.
Essa iniciativa também só é possível graças ao apoio de nossa comunidade. Ao se tornar um apoiador do Caos Planejado, você desfruta de diversos benefícios, incluindo a chance de participar ao vivo das gravações do podcast e fazer perguntas para os convidados.
Os mais ouvidos
5º – #92 | Os resultados do Censo de 2022 (com Cayo de Oliveira Franco)
Para debater sobre pesquisas geográficas, demografia e o Censo de 2022, recebemos o Coordenador de Geografia da Diretoria de Geociências do IBGE, Cayo de Oliveira Franco.
4º – #97 | Entendendo as enchentes no Rio Grande do Sul (com Carlos Tucci e Fernando Dornelles)
Em 2024, Porto Alegre viveu a maior enchente de sua história. Para entender suas causas, particularidades, estratégias de proteção e os próximos passos para a recuperação, recebemos o engenheiro e professor Fernando Dornelles e o também engenheiro e pesquisador, Carlos Tucci.
3º – #90 | Urbanização de favelas (com Alex Abiko)
Nosso convidado, o engenheiro Alex Abiko, discute os processos de melhoria urbana nas favelas brasileiras, o histórico dos programas habitacionais, as experiências internacionais e os desafios enfrentados aqui no Brasil.
2º – #99 | Origens do urbanismo brasileiro (com Sarah Feldman)
Para conversar sobre a história do zoneamento e do planejamento urbano de São Paulo, cujas práticas foram replicadas em várias cidades brasileiras, recebemos a professora e pesquisadora Sarah Feldman.
1º – #98 | Urbanismo vs. Economia Urbana (com Marcos Lisboa)
Quais são as relações entre economia, urbanismo e os desafios atuais das cidades brasileiras? Para conversar sobre isso, recebemos um dos maiores economistas do Brasil, Marcos Lisboa.
Esses foram os episódios mais ouvidos do podcast Caos Planejado em 2024. Em 2025, desejamos continuar ampliando o olhar sobre as nossas cidades com diferentes pautas e vozes!
Sua ajuda é importante para nossas cidades. Seja um apoiador do Caos Planejado.
Somos um projeto sem fins lucrativos com o objetivo de trazer o debate qualificado sobre
urbanismo e cidades para um público abrangente. Assim, acreditamos que todo conteúdo que
produzimos deve ser gratuito e acessível para todos.
Em um momento de crise para publicações que priorizam a qualidade da informação, contamos com
a sua ajuda para continuar produzindo conteúdos independentes, livres de vieses políticos ou
interesses comerciais.
Gosta do nosso trabalho? Seja um apoiador do Caos Planejado e nos ajude a levar este debate a
um número ainda maior de pessoas e a promover cidades mais acessíveis, humanas, diversas e
dinâmicas.
Paris está vivendo uma grande transformação na mobilidade ativa e nos espaços públicos. Porém, isso não significa que o famoso conceito da "cidade de 15 minutos" foi implementado em toda a sua essência.
Com uma ocupação urbana dispersa, priorizando carros e empurrando moradores para longe do centro, a capital planejada tem erros que custam caro para todos.
Uma equipe de pesquisadores identificou oito cidades “fora do radar” que estão liderando uma transformação local na mobilidade ativa — e uma lista de estratégias que outras comunidades podem e devem copiar.
Propostas inspiradas na Times Square, tentando usar a publicidade como uma forma de revitalizar áreas centrais, estão se proliferando nas cidades brasileiras. Mas há uma interpretação equivocada do motivo do sucesso da Times Square nova-iorquina.
Ao longo dos últimos 100 anos, o espaço urbano moldou-se para os carros em detrimento das pessoas. A Teoria Geral da Caminhabilidade, de Jeff Speck, ajuda a enxergar por que caminhar é, muitas vezes, um ato de resistência — e como isso pode ser revertido.
Teresina tem quase 40 parques, mas o problema não é a quantidade. Entre mobilidade precária, manutenção insuficiente e tentativas de privatização, o desafio é transformar áreas verdes em espaços públicos vivos e acessíveis.
COMENTÁRIOS