Menos carros elétricos, mais ônibus e bicicletas elétricos
A grande contribuição dos carros elétricos para as nossas cidades é a eliminação da poluição do ar e a drástica redução da poluição sonora. Mas é só isso.
Jane Jacobs dizia que sob a aparente desordem destas cidades existe uma ordem complexa que funciona surpreendentemente bem.
11 de novembro de 2013Anthony Ling participou do TEDxLaçador e falou um pouco sobre um dos mais persistentes mitos urbanos de Porto Alegre: o de que a cidade foi pouco planejada.
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Quero apoiarA grande contribuição dos carros elétricos para as nossas cidades é a eliminação da poluição do ar e a drástica redução da poluição sonora. Mas é só isso.
Confira a nossa conversa com Ericson Scorsim sobre como as cidades brasileiras podem lidar com o problema dos ruídos.
O zoneamento inclusivo (ou cota de solidariedade) não é a melhor estratégia para promover acessibilidade habitacional, mas virou uma forma de barganha para a aprovação de leis que permitam mais construção.
A única forma de aumentar o uso da bicicleta nas cidades brasileiras é com a construção de uma rede ampla, segura e conectada de ciclovias.
O que perdemos quando insistimos em separar meio ambiente e sociedade?
Quando o zoneamento limita a oferta de moradia, aumentar o potencial construtivo gera mais unidades. Dados de Auckland e São Paulo evidenciam isso.
Confira a nossa conversa com Leonardo Paranaguá sobre os projetos da Cia City e o futuro dos bairros jardim.
Os críticos diziam que liberar mais potencial construtivo geraria apartamentos grandes e caros. Mas uma pesquisa em Mumbai, uma das cidades mais populosas do mundo, descobriu o contrário.
O que os planejadores urbanos devem levar em consideração na reconstrução de uma cidade em ruínas.
Olá Nazareno! Obrigado pelo comentário. Recentemente publicamos propostas mais claras no Guia de Gestão Urbana, em parceria com a editora BEI/ArqFuturo. Convido-o a fazer a leitura através deste link: https://app.box.com/s/q8qhx2sc3wh8cl42as5e248ejangfw3p
Abraços!
Gosto de Jane Jacobs e da linha geral do TED mas deixar o laizer faire ou vamos deixar “Porto Alegre Dançar” é deixar continuar os privilégios de um modal sobre os demais, deixar o mercado imobiliário definir onde morar e onde fazer negocios. Acho que temos a propostas contrarias a carta de Atenas como a tese da Comissão de Circulação e Urbanismo da ANTP: “Não Transporte : a Reconquista do espaço tempo Social” e seus filhotes, temos a Lei da Mobilidade que não defende o fim do carro mas a equidade na apropriação do espaço da via reservando 30 % para o carro circular e parar, com uma politica de estacionamento para integra-lo a mobilidade sustentável. De fato defendo vamos tornar Porto Alegre a cidade das pessoas e não dos carros.