PPP Morar no Centro: um divisor de águas para a política pública urbana no Brasil?
Conheça o projeto que quer introduzir habitações sociais integradas à cidade, no centro de Recife, por meio de locação social.
Jane Jacobs dizia que sob a aparente desordem destas cidades existe uma ordem complexa que funciona surpreendentemente bem.
11 de novembro de 2013Anthony Ling participou do TEDxLaçador e falou um pouco sobre um dos mais persistentes mitos urbanos de Porto Alegre: o de que a cidade foi pouco planejada.
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Quero apoiarConheça o projeto que quer introduzir habitações sociais integradas à cidade, no centro de Recife, por meio de locação social.
Nos anos 1990, diante de uma cidade em crise, o prefeito alcançou melhorias na vida urbana induzindo mudanças comportamentais nos cidadãos.
O planejamento urbano brasileiro está mais preocupado em tentar "projetar" lotes privados do que em cuidar do espaço público e da infraestrutura.
Enquanto o planejamento urbano e o orçamento municipal continuam priorizando o automóvel, os pedestres e ciclistas são prejudicados.
O espraiamento das cidades brasileiras tem gerado altos custos. Os dados revelam que estamos construindo cidades para carros, não para pessoas.
Confira a nossa conversa com a arquiteta e urbanista Renata Falzoni sobre a luta em defesa dos ciclistas nas cidades brasileiras.
Onde os eventos climáticos extremos encontram vulnerabilidades preexistentes, como reprojetar territórios que nunca foram projetados?
Enquanto continuarmos planejando cidades de forma desconectada de seus sistemas naturais, seguiremos surpreendidos por enchentes esperadas e perdas evitáveis.
A manutenção privada gera uma noção equivocada do que significa espaço público, gerando ambiguidade da propriedade.
Olá Nazareno! Obrigado pelo comentário. Recentemente publicamos propostas mais claras no Guia de Gestão Urbana, em parceria com a editora BEI/ArqFuturo. Convido-o a fazer a leitura através deste link: https://app.box.com/s/q8qhx2sc3wh8cl42as5e248ejangfw3p
Abraços!
Gosto de Jane Jacobs e da linha geral do TED mas deixar o laizer faire ou vamos deixar “Porto Alegre Dançar” é deixar continuar os privilégios de um modal sobre os demais, deixar o mercado imobiliário definir onde morar e onde fazer negocios. Acho que temos a propostas contrarias a carta de Atenas como a tese da Comissão de Circulação e Urbanismo da ANTP: “Não Transporte : a Reconquista do espaço tempo Social” e seus filhotes, temos a Lei da Mobilidade que não defende o fim do carro mas a equidade na apropriação do espaço da via reservando 30 % para o carro circular e parar, com uma politica de estacionamento para integra-lo a mobilidade sustentável. De fato defendo vamos tornar Porto Alegre a cidade das pessoas e não dos carros.