O que o caminhar das crianças ensina sobre a cidade?
Caminhar revela a cidade que os planos não mostram: ouvir crianças transforma diagnósticos urbanos em experiências reais.
Jane Jacobs dizia que sob a aparente desordem destas cidades existe uma ordem complexa que funciona surpreendentemente bem.
11 de novembro de 2013Anthony Ling participou do TEDxLaçador e falou um pouco sobre um dos mais persistentes mitos urbanos de Porto Alegre: o de que a cidade foi pouco planejada.
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Quero apoiarCaminhar revela a cidade que os planos não mostram: ouvir crianças transforma diagnósticos urbanos em experiências reais.
As calçadas são uma parte fundamental do espaço público de uma cidade, mas elas não têm recebido a devida atenção.
Confira a nossa conversa com Eduardo Andrade de Carvalho sobre arquitetura, caminhabilidade e mercado imobiliário no lançamento de seu novo livro.
Quando as ruas ignoram a lógica do comportamento humano, o resultado é um descompasso entre o projeto e a vida real. Mas com um bom desenho viário, o caminho seguro se torna a opção mais óbvia.
A gentrificação é vista como a grande vilã das cidades. No entanto, é preciso entender o que esse termo realmente significa.
Pesquisa indica que a criação de novas motofaixas não condiz com o objetivo de reduzir acidentes com motociclistas.
Ícone da arquitetura, o Copan é, ao mesmo tempo, um edifício tombado e um condomínio, além de estar em uma área central que passa por políticas de requalificação. Como a legislação lida com casos como este?
Confira a nossa conversa com o urbanista Luiz Hayakawa, que trabalhou no desenvolvimento do BRT de Curitiba.
O ritual matinal que trata crianças como encomendas, não como pessoas.
Olá Nazareno! Obrigado pelo comentário. Recentemente publicamos propostas mais claras no Guia de Gestão Urbana, em parceria com a editora BEI/ArqFuturo. Convido-o a fazer a leitura através deste link: https://app.box.com/s/q8qhx2sc3wh8cl42as5e248ejangfw3p
Abraços!
Gosto de Jane Jacobs e da linha geral do TED mas deixar o laizer faire ou vamos deixar “Porto Alegre Dançar” é deixar continuar os privilégios de um modal sobre os demais, deixar o mercado imobiliário definir onde morar e onde fazer negocios. Acho que temos a propostas contrarias a carta de Atenas como a tese da Comissão de Circulação e Urbanismo da ANTP: “Não Transporte : a Reconquista do espaço tempo Social” e seus filhotes, temos a Lei da Mobilidade que não defende o fim do carro mas a equidade na apropriação do espaço da via reservando 30 % para o carro circular e parar, com uma politica de estacionamento para integra-lo a mobilidade sustentável. De fato defendo vamos tornar Porto Alegre a cidade das pessoas e não dos carros.