Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em
nosso site e personalizar o conteúdo. Saiba mais em Política de
privacidade e conduta.
Para conversar sobre as políticas para promover a segurança dos motociclistas nas cidades, recebemos o arquiteto, urbanista e especialista em mobilidade e segurança viária, Diogo Lemos.
Diogo Lemos
Nascido em São Paulo, Diogo é o Coordenador Executivo da Iniciativa Bloomberg para Segurança Viária Global para São Paulo, Campinas e Estado de São Paulo. Apoiou a elaboração de planos de segurança viária e outras ações estratégicas para salvar vidas no trânsito e promover a mobilidade saudável, incluindo o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), do Ministério dos Transportes. Antes de se juntar à equipe da BIGRS, trabalhou no WRI Brasil e na Prefeitura de São Paulo. Diogo é arquiteto e urbanista formado pela USP e está cursando mestrado em Gestão e Políticas Públicas na FGV.
Sua ajuda é importante para nossas cidades. Seja um apoiador do Caos Planejado.
Somos um projeto sem fins lucrativos com o objetivo de trazer o debate qualificado sobre
urbanismo e cidades para um público abrangente. Assim, acreditamos que todo conteúdo que
produzimos deve ser gratuito e acessível para todos.
Em um momento de crise para publicações que priorizam a qualidade da informação, contamos com
a sua ajuda para continuar produzindo conteúdos independentes, livres de vieses políticos ou
interesses comerciais.
Gosta do nosso trabalho? Seja um apoiador do Caos Planejado e nos ajude a levar este debate a
um número ainda maior de pessoas e a promover cidades mais acessíveis, humanas, diversas e
dinâmicas.
A informalidade urbana costuma ser tratada como falha do planejamento, mas e se ela for resultado da forma como a cidade é regulada? Este artigo discute como a aplicação seletiva das normas urbanísticas transforma a ilegalidade em elemento estrutural do modelo urbano brasileiro.
Em Fortaleza, Ceará, estudo mostra como as praças públicas influenciam a saúde mental de pessoas idosas. Entre falhas de acessibilidade, resiliência ao desconforto térmico e experiências de afeto, esses espaços revelam seu potencial como infraestrutura de cuidado urbano.
Quando as ruas ignoram a lógica do comportamento humano, o resultado é um descompasso entre o projeto e a vida real. Mas com um bom desenho viário, o caminho seguro se torna a opção mais óbvia.
COMENTÁRIOS