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Confira nossa conversa com José Alexandre Scheinkman sobre a economia da reconstrução e os desafios do desenvolvimento econômico sustentável no Brasil.
Para conversar sobre a economia da reconstrução e, também, a reconstrução da economia, falando sobre os desafios do desenvolvimento econômico sustentável no Brasil e a situação do Rio Grande do Sul após as enchentes, recebemos José Alexandre Scheinkman, um dos maiores economistas do Brasil.
José Alexandre Scheinkman
Nascido no Rio de Janeiro, José Alexandre foi aluno do Colégio Pedro II e do Instituto de Matemática Pura e Aplicada e fez PhD em Economia pela Universidade de Rochester. É professor de economia da Universidade Columbia (cadeira Charles e Lynn Zhang), professor emérito de economia da Universidade Princeton (cadeira Theodore Wells ‘29) e pesquisador associado do NBER (National Bureau of Economic Research). No passado, foi chefe do departamento de economia e professor da Universidade de Chicago, professor visitante do Collège de France e Vice-Presidente no Financial Strategies Group do Goldman Sachs.
Scheinkman é membro da National Academy of Sciences, membro correspondente da Academia de Ciências do Brasil e membro dos conselhos de administração da Cosan SA e StoneCo.
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Geralmente o turismo é o subproduto de cidades bem-sucedidas que já geram valor real para seus próprios moradores. Algumas cidades turísticas podem ter um problema de dependência desse setor, mas a quantidade de visitantes não é necessariamente ruim.
Paris está vivendo uma grande transformação na mobilidade ativa e nos espaços públicos. Porém, isso não significa que o famoso conceito da "cidade de 15 minutos" foi implementado em toda a sua essência.
Com uma ocupação urbana dispersa, priorizando carros e empurrando moradores para longe do centro, a capital planejada tem erros que custam caro para todos.
Uma equipe de pesquisadores identificou oito cidades “fora do radar” que estão liderando uma transformação local na mobilidade ativa — e uma lista de estratégias que outras comunidades podem e devem copiar.
Propostas inspiradas na Times Square, tentando usar a publicidade como uma forma de revitalizar áreas centrais, estão se proliferando nas cidades brasileiras. Mas há uma interpretação equivocada do motivo do sucesso da Times Square nova-iorquina.
Ao longo dos últimos 100 anos, o espaço urbano moldou-se para os carros em detrimento das pessoas. A Teoria Geral da Caminhabilidade, de Jeff Speck, ajuda a enxergar por que caminhar é, muitas vezes, um ato de resistência — e como isso pode ser revertido.
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